O que eu poderia dizer desse mar em que me afogo todos os dias? Sua água se tornou o núcleo de minha existência, inevitavelmente eu respiro o sal. Sua brancura é mais vermelha que o sangue consumido obrigatoriamente por cada animal racional que inspira e expira a morte poluída pela grande criação. Meus olhos expelem fezes transparentes e explosíveis. Todos estamos condenados.
Nenhum comentário:
Postar um comentário